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Empresa incubada tem novo projeto aprovado pela Fapesp e Sebrae

16 de fev. de 2023

A NPsmart, empresa instalada na Incubadora de Empresas de Araraquara há dois anos, conquistou no final de 2022 a aprovação de um novo projeto na 2ª Chamada de Propostas para o Programa PIPE FAPESP-Sebrae.

A NPsmart, empresa instalada na Incubadora de Empresas de Araraquara há dois anos, conquistou no final de 2022 a aprovação de um novo projeto na 2ª Chamada de Propostas para o Programa PIPE FAPESP-Sebrae: “Da pesquisa ao mercado”. O estudo visa prolongar a vida útil de flores na pós-colheita e, com isso, ampliar as vendas para os produtores e comerciantes do ramo.

Antes, os pesquisadores proprietários Maicon Segalla Petrônio, de 38 anos, farmacêutico-bioquímico, possui doutorado em biotecnologia pela Unesp e pós-doutorado em nanotecnologia em Montreal, Canadá, e Ana Carolina Nazaré, 33 anos, farmacêutica-bioquímica com doutorado em Química, tiveram três projetos aprovados pela Fapesp – por meio do programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE).

Esses programas com foco na prevenção do aparecimento de fungos em rosas de corte e bactérias como a causadora do cancro cítrico em citros. Além dos projetos da FAPESP, a NPsmart aprovou mais um projeto, edital da Prefeitura de Araraquara do “Programa de Estímulo às Startups e ao Empreendedorismo Inovador”.

Durante reunião com pesquisadores e colaboradores da empresa nesta sexta-feira (10), o diretor científico Petrônio ressaltou a meta do projeto inovador para o comércio de flores.

“Nós desenvolvemos um produto que utiliza como solvente a água, biodegradável e sem toxicidade que amplia a vida útil das rosas em até 21 dias pós-colheita. O prazo tradicional é de sete a dez dias. Nosso estudo tem base sólida, realizamos testes em mais de 4 mil hastes de rosas em sítios no sul de Minas Gerais, e nas regiões paulistas de Holambra e Serra Negra”, resumiu o cientista.


A diretora administrativa Nazaré também destacou o apoio do Sebrae para prospecção comercial e o plano de marketing para negócios de produção científica.

“Temos um projeto inovador e que necessita de divulgação para ampliarmos o leque de parceiros e investidores. Por isso, é muito importante o incentivo do Sebrae”, ressaltou.

O aporte no projeto é de até R$ 1,25 milhão, sendo R$ 1 milhão da Fapesp e R$ 250 mil do Sebrae, e o prazo para desenvolvimento das ações é de 12 a 24 meses, com vencimento em novembro de 2024.

Os diretores ainda destacaram a orientação e colaboração do gestor professor Sérgio Fonseca, do coordenador doutor Ricardo Bonotto, da gerente Larissa Dias e da analista de negócios Geralda Ramalheiro, todos da Incubadora de Empresas, que auxiliam desde a parte de escrita do projeto, até o acompanhamento e finalização dele, proporcionando, por meio de suas consultorias e apoio, a eficácia dos projetos aprovados. Importante destacar o apoio prefeito Edinho e do vice-prefeito e secretário do Trabalho, Desenvolvimento Econômico e do Turismo, Damiano Neto.

Evolução


Com investimentos em equipamento de alta tecnologia e contratação de cientistas especializados, a NPsmart evolui para patentear seus produtos e firmar parcerias para a produção em escala industrial, segundo Petrônio.


“Nossa evolução ocorre dia a dia com visões estratégicas da Incubadora de Empresas, apoio do Sebrae e FAPESP, parceria com a Cooperflora de Holambra e mais a interação dos incubados L&L Biotech Consult, Nock e Natcrom, do ramo de deep techs” acrescenta Nazaré.


Atualmente, a NPsmart tem os colaboradores Flávio Politi, 40, especialista em formulações, Thais Gaban Passalacqua, 37, gestora de projetos, Isabela Amanda Polson, 29, química e auxiliar técnica do laboratório e Camila Franco, 22, estagiária em química.

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